domingo , 22 Abril 2018
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Balelas de Ricardo Coutinho diferem da honestidade de Lígia e Damião Feliciano




Não existe como, em sã consciência, alguém comer a PAIMA de Ricardo Coutinho, Luís Torres e João Azevedo, de que Ricardo ficou no governo por um gesto nobre, em favor da Paraíba.

Vamos respeitar, pelo menos, minimamente, a pouca inteligência das pessoas. Afinal, cérebro não é privilégio somente pra cabeça de quem tem interesses pessoais preenchidos pela máquina pública do Governo do Estado da Paraíba.

Se eu estivesse na sinuca que ficou Ricardo, talvez até tivesse agido como ele. Mas, com uma diferença crucial de utilização de elementos verdadeiros para as devidas justificativas.

Tentar dizer que não deixou o governo para disputar uma das vagas para o senado, com uma eleição de vitória praticamente certa, somente porque seu senso de responsabilidade não deixou, é no mínimo uma falácia.

Até os pombos das praças públicas, de todo o estado da Paraíba, sabem a real razão…

Ricardo sem máquina não é ninguém e não teria mais grupo político pra chamar de $eu.

Ricardo preparou toda a sua saída minuciosamente. Aprovou leis polêmicas, mesmo com as luzes apagadas, para benefício próprio e direto. Todavia, Coutinho não conseguiu o que mais queria e/ou precisava: o governador não recebeu a confirmação da sua vice-governadora de que teria a subserviência total dela, com a máquina do estado, para o ex-chefe.

Ora, Lígia iria assumir um governo, que estaria sob sua responsabilidade total e pessoal, para cumprir todas as obrigações institucionais, e ainda ter que cumprir a risca todos os desejos e ordens de um ex-gestor?

Sinceramente! Você acharia isso justo?

Alguém que tenha o mínimo de personalidade aceitaria ser um espécie de laranja de um ex-governante?

Isto sim seria um governo paralelo!

Ricardo, Luís Torres e João Azevedo disseram que estavam havendo reuniões para várias definições de Lígia, com o apoio de Damião Feliciano.

Se Lígia errou, foi em ter sido honesta.

Se quisesse mentir para agradar, por estas horas estaria na Granja Santana.

E a governadora não deveria reunir sua equipe para se preparar e tomar decisões não?

E olha que Damião e Lígia Feliciano poderiam ter somente balançado as suas cabeças, terem feito de conta que estariam concordando com tudo e depois, poderiam até limpar o estado de todos os bajuladores diretos do ex-chefe!

Como alguém poderia governar um estado sem escolher seus secretário e auxiliares? Comandantes da segurança pública e demais membros do poder?

Se Lígia e Damião tivessem se curvado ao Rei, em muito breve, ele poderia até tentar fazer suas necessidades fisiológicas SÓLIDAS, nas cabeças deles.

Politicamente falando, CLARO!

Fico até imaginando como seria uma gestão tendo João Azevedo como chefe do executivo estadual. Quem seria o real governador?

Aliás, para que não reste nenhuma dúvida, a história já conta: que Deus abençoe o falecido LUCIANO AGRA!

OPINIÃO – Jornalista MILTON FIGUEIREDO

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